Morre Jacko (1959-2009)

26 de junho de 2009

Nunca fui um fã fervoroso de Michael Jackson. Mas com sua morte, aos 50 anos, como negar músicas como Don’t Stop Til You Get Enough, Rock With You, Billie Jean, I´ll Be There e outros hits que fizeram da estrela dos Jackson Five, um dos maiores ícones da música pop.

Sem contar sua influência na música negra mundial com seus passos e voz ambos inconfundíveis. Ele é original e isso por si só basta. Junto ao produtor Quincy Jones, gravou pelo menos dois discos únicos e indispensáveis na história da música Off The Wall (1979) e Thriller (1982).

Esse último, os 42 minutos que mais escutei durante minha infância, isso porque nem tinha o disco, apenas para se ter idéia. As músicas do disco mais vendido da história (105 milhões de cópias) se não estavam em comerciais dos mais variados produtos (refrigerantes, tênis, esportes, filmes…); permeavam festas de 15 anos, churrascos, casamentos e até mesmo no rádio FM do carro daquele seu tio que se achava o próprio.

São hits do inconsciente coletivo da geração que cresceu e nasceu nos anos 70 e 80.

Repito que posso não ser o maior fã, mas com seu falecimento afirmo:

Michael Jackson está para a música pop, assim como Elvis para o rock.

Clipe: Air France - No Excuses

8 de junho de 2009

Lí sobre a banda Air France hoje na coluna do Alvaro Pereira Junior, na Folha – e gostei do que ouvi. O nome para o momento não cai bem, mas a dupla é natural da Suécia apesar do nome, e depois de pescar alguns clipes no You Tube, descobri a música No Excuses e seu respectivo clipe. Talvez seja o melhor clipe relacionado ao surf que já vi e ouvi – disse talvez. Assistam logo abaixo.

Aqui o My Space do Air France: myspace.com/theairfrance

Internet nas campanhas

8 de junho de 2009
POR FERNANDO RODRIGUES, DA FOLHA DE S.PAULO

BRASÍLIA - Depois de tantos fracassos e imposturas neste ano, o Congresso pode se redimir em parte levando adiante a ideia de liberar o uso da rede mundial de computadores na política. A proposta começa a ser debatida amanhã por uma comissão de deputados.
Hoje, os políticos brasileiros em campanha estão confinados a apenas um endereço na internet, regulado pelo TSE. Nada de blogs, twitters ou canais de vídeo no YouTube durante o processo eleitoral. É tudo ilegal, como se estivéssemos em Cuba ou na Coreia do Norte.

O Congresso e a Justiça Eleitoral no Brasil ainda não compreenderam exatamente o significado da internet. Agem como se fosse possível impor procedimentos regulatórios para o planeta inteiro.
O debate na Câmara, com o deputado Flávio Dino (PC do B-MA) à frente, é sobre a liberação completa da internet. As resistências persistem sobre o período de vigência dessa liberdade. Alguns consideram necessário estipular um prazo para campanhas eleitorais também no reino da internet.
As regras atuais são uma espécie de oficialização do cinismo. Candidatos a cargos públicos só podem se assumir como tal depois de formalmente nomeados por seus partidos, na metade do ano eleitoral. É um fingimento generalizado. Os políticos dizem em privado o que pretendem fazer e mentem em público para respeitar (sic) a lei.
A anomalia funcionava de maneira epidérmica na era pré-internet. Agora, nada impede a existência de sites no exterior expondo os pontos de vista de um determinado candidato, a qualquer tempo e época -e acessível aos milhões de brasileiros conectados.
Derrubar as barreiras legais -já inexistentes na prática- é uma providência positiva. Daria ao Congresso algum crédito neste período em que o Legislativo se especializou em produzir notícias ruins.

(Texto publicado originalmente na Folha de S.Paulo, dia 8 de junho de 2009)

Clipe: Fleet Foxes - Mykonos

6 de junho de 2009

Essa música me lembra alguma coisa indígena-roots, mas nada com o folk como conhecemos. A banda americana Fleet Foxes conheci no programa do David Letterman e alguns dias depois lí na Folha também. Esse clipe visualmente é muito bacana. É a dica de hoje.

Se o player acima não funcionar clique no link abaixo.

Fleet Foxes - Mykonos

Trambiques I

19 de maio de 2009

O sono

 

Meu cérebro já não acompanha os movimentos de meu corpo. Reluto e tento  não cair no esquecimento de que amanhã cedo tenho de levar minha filha ao médico. Cedinho, 8h30. Banco. Apostar na lotérica. Comprar a areia dos gatos. Depois aulas de judô. Estou cansado antes mesmo do amanhã chegar. Será que minha… minha… min… mm zzzz

 

 

 

 

 

 

 

O menor jornal do mundo

5 de maio de 2009

Por Viktor Chagas, retirado do Overmundo
Matéria publicada em julho de 2006

Quando você ouve alguém perguntar “qual é o maior jornal da sua cidade?” ou “qual o maior jornal do mundo?”, logo pensa no periódico com maior quantidade de informação, no que tem mais páginas, os melhores repórteres, e por aí vai. Não é? Mas o que vem à cabeça quando alguém chega pra você e fala “esse é o menor jornal do mundo”? Pois é exatamente disso que trata essa nota. Aliás, nada combina melhor com “o menor jornal do mundo” do que uma nota.

Vossa Senhoria foi criado por Leônidas Schwindt, em 1935, na então Vila Boa (hoje Goiás Velho). Naquele tempo, o jornalzinho (não é um apelido pejorativo!) media 9cm x 6cm. Leônidas mudou-se para Anápolis (GO) e para lá transferiu também as oficinas do Vossa Senhoria, fundando o primeiro jornal da cidade. Em 1946, nova transferência, desta vez, para Minas. E o jornal passou a ser distribuído pelas bandas de Belo Horizonte, Abaeté, Pará de Minas e Pitangui. A empreitada foi interrompida em 1956, quando Leônidas fundou o Diário do Oeste - um jornal “normal” -, e depois retomada pela sua filha, Dolores Nunes Schwindt, primeiro em 1985 (até 1988) e, por fim, em 1996.

Reduzindo gradualmente o tamanho do jornalzinho, Dolores estava decidida a torná-lo “o menor jornal do mundo” - título que o Vossa Senhoria detém desde 2000, certificado oficialmente pelo Guinness, e com o incrível tamanho de 3,5cm x 2,5cm.

Mas e com esse tamaninho, dá pra enxergar alguma coisa? Bem, a letra é pequeninha, e as reportagens… as reportagens são notinhas que vão durando por páginas e mais páginas.

Um momento delicado

24 de abril de 2009

Hoje, o site Folha Online noticiou que o mercado de trabalho brasileiro sofreu o mais duro golpe desde setembro de 2007, no qual atingiu o número de desempregados ultrapassou 2 milhões de trabalhadores nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE.
Não surpreende. O número está dentro da expectativa de economistas brasileiros que tinham alertado sobre esse evento há uns quatro meses; quando a crise da bolha imobiliária americana ainda estava quente e desencadeou todo esse declínio financeiro.
O Brasil está acostumado a lidar com esse tipo de problema, e acho – repito, acho – que ainda vamos sair meio quebrados da crise, mas vivos. Triste para quem perdeu o emprego logicamente, mas sempre soubemos sair de “eventos” bem piores. Torcemos.

Mais uma tentativa

15 de abril de 2009

Iniciativa privada articula a realização de uma Bienal do Livro em Curitiba, cidade de muitos escritores onde feiras não têm continuidade

Por Marcio Renato dos Santos, da GAZETA DO POVO

Uma Bienal Internacional do Livro em Curitiba? Sim. Pelo menos esse é o plano de um grupo formado por uma agência de publicidade, livreiros e “amantes da leitura”. Por hora, sobra especulação via boca-a-boca e reina um silêncio por parte da organização. Sabe-se, por exemplo, que a Bienal acontecerá de 27 de agosto a 4 de setembro, nos 2,3 mil metros quadrados do ExpoUnimed Curitiba, dentro do câmpus da Universidade Positivo. A expectativa é de que 400 mil pessoas prestigiem o “acontecimento”. Mas o que será realmente esse evento?

A Esfera, agência de comunicação que centraliza a produção, preparou um café da manhã, a ser realizado amanhã (16), a partir das 8h30, no Castelo do Batel, para contar – tintim por tintim – a convidados o que de fato vai ou poderá acontecer. O dramaturgo e escritor Alcione Araújo, o curador da Bienal, estaria articulando um programa que interligasse literatura, educação e meio ambiente. Mas ele só vai abrir o jogo na manhã de quinta-feira, ao lado de Julcio Torres, o proprietário da Esfera, que tem no currículo a realização de outros eventos. No entanto, nenhum deles é ligado à literatura.

Leia a continuação da reportagem, clique aqui

Velozes e Furiosos: a volta do mesmo a toda velocidade. Por que faz tanto sucesso?

13 de abril de 2009


RETIRADO DO BLOG CENTRAL DE CINEMA, POR PAULO CAMARGO

foto: Divulgação

foto: Divulgação

O que leva um filme, que na verdade é a terceira sequência de um longa-metragem apenas mediano, a fazer tanto sucesso? É o caso de Velozes e Furiosos 4, que em apenas duas semanas de exibição já fez US$ 148 milhões - seu orçamento foi de US$ 85 milhões.

O segundo e o terceiro episódios da série, ruins até não poder mais, não causaram grande alarde. Mas, com a volta de todo o elenco do original (Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e a meio brasileira Jordana Brewster), o público está comparecendo — e em peso. Havia filas nos shoppings de Curitiba durante a Páscoa para assistir ao filme

Será que as pessoas querem mais do mesmo? Saber exatamente o que vão ver quando saem de casa? A produção é bem feita, tem uma edição eletrizante, mas esses fenômenos, confesso, me confundem. Afinal, a história traz quase nada de novo…

Enquanto isso, Che, Dúvida, Leonera, Frost/Nixon,O Casamento de Rachel e muitos outros ficam a ver navios.

Leia mais no link original


Comentário publicado por Anderson de Souza no mesmo blog:

Anderson de Souza | 13/04/2009 | 16:04

“Velozes e Furiosos” não gosto porque acho que Vin Diesel é um péssimo ator. Mas é um fenômeno que agrada a chamada “onda tunning”. E nossa época é “tunada” em todos os sentidos. Tudo é customizado, pra chamar atenção mesmo! Vejam as mulheres ditas “gostosas”, são tunadas também. “Velozes…” é de fácil entendimento, é cinema feito pra não ser pensado, é imagem em movimento. E nisso pode até se assemelhar com filmes “cabeças” como os do Glauber, em que ele mesmo dizia “cinema é uma experiência audio-visual”

Rádio no site?

8 de abril de 2009

Novida boa. Consegui colocar finalmente a rádio (na verdade uma playlist do Imeem) onde constam músicas que gosto pra caramba. Basta clicar no link “rádio” do lado direito deste blogsite para ouví-las automaticamente. Vai ter sempre atualização com mais e mais músicas.
Escutem e comentem a playlist e podem até sugerir algumas músicas que vocês gostariam de ouvir -  mas claro que eu não vou acatar (risos).